Acompanhe a minha jornada aproveitando o Chile sem deixar de economizar

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Olá Poupadores e Poupadoras, neste artigo vou compartilhar com vocês como foi nosso sexto dia no Chile. Trarei todos os aspectos financeiros para te ajudar a se preparar financeiramente e economizar.

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Nosso sexto dia foi bem tranquilo, começamos com um bom café da manhã, novamente na padaria San Camilo. Saiu baratinho, apenas R$ 19,55.

Metade do dia foi dedicado a viajar de Santiago para Pucón. Para ir até o aeroporto, localizado a 16km do centro da cidade, poderíamos ir tanto de transporte público, bem mais barato, quanto de transporte particular por aplicativo. Escolhemos a segunda opção porque precisávamos trocar dinheiro na casa de câmbio e a cotação no centro é bem melhor do que no aeroporto. Por conta disso financeiramente ia dar no mesmo, porém o transporte por aplicativo seria mais cômodo. Pedimos o carro pelo aplicativo Cabify, funciona muito bem, e o preço ficou em R$67,98.

Chegamos com antecedência e, para ter mais comodidade durante nossa breve viagem, tratamos de deixar uma de nossas malas no guarda-volumes do aeroporto. A diária custou R$ 28,08, sendo a primeira paga na hora e as demais na hora de pegar a bagagem. No total, pagamos quatro diárias, o que acabou saindo equivalente financeiramente a despachar a mala pela companhia aérea, porém foi mais cômodo viajar com apenas uma mala.

Preços do guarda-volumes

DICA: se sua viagem for de até três dias, o guarda volume é uma ótima opção para economizar dinheiro ou ter mais comodidade. As companhias aéreas costumam cobrar cerca de R$ 64 reais por trecho, o equivalente a quatro diárias do guarda volume.

Tudo pronto para nosso destino final Pucón, cidade localizada ao sul do Chile, a 789 km da capital Santiago. É possível ir tanto pela via terrestre (carros ou ônibus) quanto por via aérea. Por via terrestre, a viagem dura cerca de 12h, sendo mais barata, porém cansativa. Pesando prós e contras, decidimos por viajar de avião, pois teríamos mais tempo para aproveitar nossa viagem e o preço não era tão mais alto. Inclusive vale dizer que as passagens aéreas no Chile são bem mais baratas que no Brasil quando comparadas distâncias similares.

Recentemente construíram um aeroporto de pequeno porte em Pucón, mas ele só funciona na alta temporada. Como fomos em baixa temporada, tivemos que viajar para Temuco, que fica a 109 km de distância de Pucón.

Do aeroporto de Temuco você pode viajar até Pucón de ônibus (mais barato), Transfer ou Táxi. A opção que achamos com melhor custo x benefício foi o Transfer compartilhado, que é uma opção com preço intermediário, saiu poucos minutos depois que chegamos e nos deixou na porta do Hostel. Nessa opção, o preço saiu por R$ 67,41 por pessoa.

Chegamos no Hostel pouco depois das 14 horas. Alugamos um quarto através do Airbnb, cada diária, com todas as taxas inclusas, saiu por R$ 122,67. Apesar de termos alugado apenas um quarto, foi como se tivéssemos alugado o Hostel inteiro porque apenas nós estávamos hospedados devido ao fim de temporada e à pandemia do Coronavírus.

A cidade é pequena e como ficamos hospedados no centro, tudo ficava a poucos minutos de distância, como supermercados, restaurantes, rodoviária, agências de turismo e etc.

A Daniela, anfitriã do Hostel, nos recebeu muito bem e nos orientou sobre a cidade e as atrações disponíveis. Comentamos que pretendíamos fazer o passeio para escalar o vulcão com a Sur Explora, agência de turismo muito recomendada por brasileiros e que faz esse tipo de passeio para um público com menos experiência.

Como ela tinha amigos nessa agência, já tratou de nos orientar para fecharmos o passeio porque em breve o turismo poderia ser encerrado por conta da pandemia de Coronavírus.

Então tratamos de procurar um lugar para almoçar e, logo em seguida, contratar o passeio. Estávamos famintos e escolhemos almoçar no caminho que dava para a agência. Pedimos arroz com frango e um vinho para acompanhar. A conta total foi de R$ 69,66.

Seguimos para a agência e fizemos nossa reserva para o dia seguinte, porém fomos orientados que os parques estavam prestes a serem fechados e, por conta disso, não teríamos garantia se o passeio seria realizado. Só na tentativa saberíamos se a montanha estaria aberta para o passeio, que saiu por R$ 505,62 para cada, incluindo toda a vestimenta necessária.

Ainda faltavam algumas horas para o dia acabar e fomos explorar a avenida principal da cidade. Pucón tem menos de 30 mil habitantes e vive do turismo, tudo é muito bem cuidado e a cidade aparenta proporcionar uma boa qualidade de vida a sua população.

Mesmo no verão, a cidade é mais fria que Santiago, até por estar bem mais ao sul, na segunda metade de março estava fazendo por volta de 20 graus e ventava bastante. Esquecemos de olhar como estaria o clima e precisamos comprar algumas roupas de frio lá. Ne época mais quente do ano, lá faz 25 graus, então se for para Pucón, vá preparado.

Seguindo a avenida principal, nos deparamos com uma orla maravilhosa, um dos pontos turísticos da cidade. As fotos do local falam por si.

De lá, voltamos para o Hostel, mas antes passamos no supermercado Unimarc, que ficava praticamente em frente a nossa hospedagem. Compramos alguns mantimentos para nosso jantar e também para levar ao vulcão no dia seguinte. Compramos pão, presunto, muçarela, café com leite, chocolate, Brownie e frutas. Sobre os preços, alguns produtos achamos baratos, como o preço do pão que estava R$ 7,46 por quilo. No total, tudo saiu por R$ 54,16. Achei razoável.

Depois do jantar, fomos descansar, pois no dia seguinte precisaríamos acordar bem cedo para escalar o vulcão. No próximo artigo te conto se deu certo, ok?

Segue o resumo dos gastos desse dia:

Todos os preços aqui citados são referentes a um câmbio de 178 pesos chilenos para 1 real, a média que conseguimos durante nossa viagem.

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E antes de ir, conta pra gente se pretende viajar durante ou depois da pandemia. Se a resposta é sim, qual destino? Já viajou para o Chile e quer compartilhar sua experiência? Deixa aqui embaixo um comentário.